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Programação - Feiras de Empreendedorismo 2016 - SEBRAE

Posted by Matheus Cappella on 22:14 in ,

Boa noite,

Segue abaixo um Link interessante com a programação nacional de feiras de empreendedorismo - SEBRAE.

Vale conferir se irá acontecer na sua cidade!

Segue abaixo:



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Ideias - Dudecor

Boa tarde,

Estive navegando pelos sites em busca de algo interessante e inovador...

Não foi difícil achar ideias em meio às infinitas informações providas pela internet.

Uma delas me chamou muito atenção por não ser só uma ideia. E sim algo que saiu do papel, que está funcionando.

Sugiro aos senhores visitarem o site da empresa Dudecor. Um site de decoração em que os empreendedores elaboram itens personalizados com acabamento impecável!

www.dudecor.com.br

Para acessar o site: clique aqui

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Governo irá criar ambiente virtual para Micro e pequenos empreendedores

 




     Micro e pequenos empreendedores ganharão em breve um portal na internet para catalogar seus produtos e serviços. A ferramenta pretende ampliar o mercado disponível para as empresas de pequeno porte.
 
     A proposta, ainda em formatação, é que essa espécie de praça eletrônica de negócios funcione no mesmo ambiente online que deverá ser usado por quem pretendem abrir um negócio no País.
     De acordo com material apresentado à presidente Dilma Rousseff pelo ministro Guilherme Afif Domingos, responsável pela coordenação de políticas públicas para o segmento na Secretaria da Micro e Pequena Empresa, o governo federal possui dados cadastrais de todas as empresas, mas falta criar um ambiente no qual as informações de produtos e serviços possam ser coletados e divulgados.

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Tipos de Tributos em Empresas






Vocês conhecem todos os tributos que sua empresa paga?

Você quer empreender? Entende de todos os impostos? 



Exemplo: ISS, COFINS, PIS, CLSS ...

O Café disponibiliza para seu assinantes um ótimo link de um artigo sobre tributos.

Para acessar, clique aqui


Fonte:

ALVES, Sheila Rodrigues. Tipos de Tributos Incidentes nas Empresas Prestadoras de Serviços

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Programas de TV sobre Empreendedorismo





  • Show Business – Tv Bandeirantes: O programa é apresentado pelo empresário João Dória Jr., que é filho do publicitário João Dória, responsável pelo surgimento do dia dos namorados no Brasil, dentre outros inúmeros feriados, o programa é exibido pela Band nas noites de sábado e consiste em uma entrevista formal com empresários e pessoas ligadas a empreendimentos nos mais diversos setores e que possuem renome no cenário nacional ou até mesmo mundial, um programa extremamente indicado àqueles que desejam destaque no mundo dos negócios.

  • Pequenas Empresas e Grandes Negócios – Tv Globo: Esse é um programa exibido pela rede globo nas manhãs de domingo que visa informar os interessados no mundo dos negócios acerca das oportunidades aproveitadas em todo o País e as ideias de negócios que deram certo, buscando assim motivar os novos visionários que pretendem entrar no mundo empresarial.

  • O Aprendiz – Tv Record: Essa é uma versão brasileira do programa norte-americano “The Apprentice” que, por lá, é apresentada por Donald Trump. O programa no Brasil foi apresentado por seis anos consecutivos por Roberto Justus e que, após sua transferência para o SBT, passou a ser conduzido por João Dória Jr. O Programa volta ao ar em setembro desse ano, novamente sendo apresentado por aquele que foi o grande responsável pela consagração do modelo no País, ou seja, Roberto Justus, que foi novamente contratado pela emissora Record.

  • Canal Futura: O Futura criou uma faixa especial de programação dedicada ao tema, onde são exibidas as séries de programas, patrocinadas pelo SEBRAE, voltadas à capacitação empresarial como o Aprender a Empreender, Aprender a Empreender Serviços, Sabor e Gestão, Juntos Somos Fortes, Comércio Justo e Boas Vendas, comércio varejista. São materiais audiovisuais inéditos sobre visando à qualificação da gestão empresarial de  micro e pequeno negócios em áreas muito demandadas pela economia. Em 2011, estreou a série Cooperar é um bom negócio, revela como e por que a adoção de uma das modalidades de empreendimentos coletivos pode aumentar a competitividade empresarial. A faixa empreendedorismo é exibida de segunda a sexta em dois horários: às 6h e às 13h. Segundas e terças-feiras, o tema é debatido no Conexão Futura.


Fonte: www.clickgrátis.com.br
          www.futura.org.br

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4 Lições de Quem Passou por uma Aceleradora no Vale do Silício

Posted by Matheus Cappella on 18:09 in ,






Aprenda com o concorrente


Este conceito é recorrente quando falamos de startup. Não há motivo para ver o outro como inimigo, pois todos estão no mesmo barco, com objetivos bem parecidos e com sede de inovar. “Tivemos reuniões com empresas que adotam modelos de negócio similares ao nosso e isso ajudou a planejar a melhoria e a expansão do que estamos fazendo atualmente”, diz. 

Foco nos leads 


Um novo contato, seja ele num primeiro instante um potencial comprador ou não, é sempre importante para uma empresa. Assim como é importante também nutrir os leads (contatos) já existentes e tentar converter o máximo deles em clientes. “Antes do programa nós não tínhamos um processo estruturado e sistematizado para essas atividades. Agora definimos que parte das ações será feita por pessoas e outra parte será automatizada”, afirma Martini. 

Ser o primeiro a saber faz diferença, sim! 


Quando falamos em inovação é meio óbvio que quem chega na frente tem vantagem. E lá no Vale do Silício isso ficou ainda mais claro para os empreendedores. “O pessoal do Vale costuma dizer que as informações são disponibilizadas e acessíveis para todo mundo, a única diferença é que no Vale você fica sabendo seis meses antes do restante do mundo e isso faz uma tremenda diferença, levando em conta a velocidade com que as coisas acontecem atualmente.” 

O modelo de negócio deve estar em constante aprimoramento 


Nunca fique satisfeito ou acomodado com a situação atual. A startup deve estar sempre atenta a novidades e se reciclar continuamente. A SocialBase volta do Vale cheia de ideias e muitos processos e melhorias para implementar e aprimorar com o decorrer do tempo. “Temos muito dever de casa para fazer”, diz o empreendedor.


Fonte PEGN

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5 Dicas Para Entrar no Mercado das Grandes Empresas

Posted by Matheus Cappella on 10:16 in , ,






  1. Evite “bater de frente”

    As grandes empresas têm mais espaço na mídia, maior poder de barganha com fornecedores e maior alcance. Disputar o mesmo cliente é um "tiro no pé".
  2. Explore nichos menores

    Um grupo de clientes que é pequeno demais para os grandes e, por isso, pouco explorado, pode virar um mercado lucrativo.
  3. Estude o público-alvo

    Se os clientes fazem parte de uma classe social que não é a do empresário, ele tem de entrar no universo deles, saber como se comunicam e do que eles gostam.
  4. Conheça a concorrência

    Não basta analisar apenas os grandes. É preciso checar se já existem empresas menores atendendo as brechas deixadas por elas, quais são as boas e as ruins e quais necessidades não atendem.
  5. Faça parcerias

    É possível criar um negócio e fazer parceria com as grandes marcas. O crescimento do negócio tende a acelerar, mas há a possibilidade de o grande querer comprá-lo.

Fonte: economia.uol.com.br

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Como Fazer um Fluxo de Caixa - Exemplo






O café está disponibilizando um download de planilha de Fluxo de Caixa que consideramos mais simples e prática. A planilha foi retirada do Sebrae.

Na contabilidade, uma projeção de fluxo de caixa demonstra todos os pagamentos e recebimentos esperados em um determinado período de tempo. O controlador de fluxo de caixa necessita de uma visão geral sobre todas as funções da empresa, como: pagamentos, recebimentos, compras de matéria prima, compras de materiais secundários, salários e outros, por que é necessário prever o que se poderá gastar no futuro dependendo do que se consome hoje.

Um fluxo de caixa perfeito é aquele que leva dedicação e disciplina dos empresários. O primeiro passo é separar as saídas de dinheiro em pelo menos três categorias: fornecedores, despesas e outras saídas.

Dentro dos pagamentos com despesas, os especialistas sugerem a divisão em outras três categorias. “As despesas podem ser administrativas, como papelaria, correio, telefone, internet e salários, comerciais, onde entram gastos com marketing e comissões de vendedores, e financeiras, como juros, multas e IOF”, explica Gomes. Em “outras saídas”, coloque o que a empresa pagou para amortização de empréstimos, pagamento de tributos e investimentos.


Um exemplo de fluxo de caixa já está disponibilizado para download.

Para acessar a planilha: Clique aqui


Fonte: Exame, Sebrae

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Técnica Nominal de Grupo







A TNG - Técnica Nominal de Grupo é uma ferramenta que possibilita a escolha de caminhos (alternativas / opções) de uma forma livre, democrática e racional. É uma ferramenta que pode impedir os efeitos negativos da influência da autoridade ou da persuasão que tendam para uma alternativa que pode não ser a melhor, que pode não ser aquela da qual a maioria partilhe.

Onde se aplica a TNG?

Geralmente, em reuniões, ao se estudar, analisar ou planejar as pessoas defrontam-se com múltiplos caminhos, múltiplas opções, múltiplas alternativas que podem ser observadas.

Como se usa a TNG?

A TNG - Técnica Nominal de Grupo é desenvolvida através dos seguintes passos:

Passo 1: Definir o objetivo (foco) da TNG.

Neste passo deve ser definido o que se pretende com o uso da técnica. Este objetivo deve estar muito claro para os participantes. Exemplos: “O objetivo é escolher o gerente que deve ser promovido a diretor de Vendas” ; “O objetivo é indicar o efeito mais indesejável que se reconhece no departamento de Produção”.

Passo 2: Listar todas as alternativas existentes.

Neste caso são listadas as inúmeras alternativas / caminhos / causas / efeitos / problemas, etc. que o grupo conhece concernente à temática em questão. Exemplos: “Marcel; João; Carlos; Lídia; Sérgio e Bonilha” ; “Baixa produtividade; pessoal mal treinado; não respeita cronograma; excesso de acidentes com pessoal; baixa qualidade do produto; excesso de refugo; desperdício; horas paradas”

 Passo 3: Escrever e enumerar as alternativas num quadro.

Adota-se um flip-chart, um quadro negro ou semelhante, de for-ma que todas as alternativas sejam conhecidas por todos os presentes. Cada alternativa recebe um número sequencial. Exemplos:

01 - Marcel;

02 - João;
03 - Carlos;
04 - Lídia;
05 - Sérgio;
06 - Bonilha;


Ou, no caso de outro tipo de escolha:

01 - baixa produtividade;

02 - pessoal mal treinado;
03 - não respeita cronograma;
04 - excesso de acidentes com pessoal;
05 - baixa qualidade do produto;
06 - excesso de refugo;
07 - desperdício;
08 - horas paradas”.


Passo 4: Explicitar as alternativas.

Para cada alternativa, deve-se “traduzir” o seu conteúdo, de forma que todos saibam corretamente o que quer dizer a alternativa expressa.

Passo 5: Papel para votação.

Cada participante recebe um pequeno papel (preferencialmente de formato e cor iguais), onde escreverá a sequencia de alternativas do seu agrado, em ordem decrescente de preferência. Geralmente são pedidas de 3 a 5 alternativas. O número de alternativas solicitadas deve ser entre 50 a 70% das opções. Nos exemplos dados acima, o primeiro, para escolha de gerente, contava com 6 alternativas e o segundo, referente a causa de problema na produção, conta com 8 alternativas. Seria adequado pedir, para o primeiro caso, 3 a 4 nome se, para o segundo caso, 4 a 5 causas.

Passo 6: Definição da Escala de Pontos.

Para cada alternativa são atribuídos pontos referentes à posição que ocupa na lista de cada um dos participantes. Uma indicação para primeiro lugar valerá X pontos, para segundo lugar Y pontos e assim sucessivamente. Mas, quantos pontos? A técnica recomenda que a última alternativa — a pior — receba 1 PONTO; a penúltima 2 PONTOS; a antepenúltima 3 PONTOS; a ante-antepenúltima 5 PONTOS, de forma que o número de pontos que uma alternativa recebe é sempre igual à soma das DUAS ALTERNATIVAS que imediatamente lhe seguem como pior colocadas.

Se tivermos 3 escolhas, teremos:

Terceiro lugar 1 ponto

Segundo lugar 2 pontos
Primeiro lugar 3 pontos


Se tivermos 4 escolhas, teremos:

Quarto lugar 1 ponto

Terceiro lugar 2 pontos
Segundo lugar 3 pontos
Primeiro lugar 5 pontos




Fonte: http://pt.scribd.com/doc/378358/Ferramentas-Administrativas-para-Identificar-Observar-e-Analisar-Problemas

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Matriz VAV

Posted by Matheus Cappella on 14:01 in , ,






A incerteza na atividade de um projeto é reduzida na medida que este evolui da concepção à especificação, com projetistas escolhendo entre caminhos alternativos para atingir os objetivos do mesmo.

Avaliação de um projeto significa considerar o valor ou a importância de cada opção do mesmo, de forma que uma possa ser escolhida.

A Matriz VAV demonstra a utilidade de se pensar em termos de 3 categorias de critérios de projeto:

  • A Viabilidade da opção de projeto – podemos fazê-la?

  • A Aceitabilidade da opção do projeto – queremos fazê-la?

  • A Vulnerabilidade da opção do projeto – queremos correr o risco de fazê-la?


Fonte: LIMA, Gilson. Disciplina de Engenharia de Métodos, Engenharia de Produção - UFF, 2011.2



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Empresas Familiares: Vantagens e Desvantagens

Posted by Matheus Cappella on 12:05 in ,




      A mudança organizacional tem sido um dos principais diferenciais para que as empresas permaneçam em um mercado cada vez mais competitivo, trazendo, inclusive, reflexos no desenvolvimento econômico e social de uma região/país. Ela aparece não só como inevitável, mas necessária à sobrevivência das pessoas e instituições. As informações se alteram com rapidez, e o mesmo acontece com as ideias. Encurta-se o tempo para planejar, experimentar e agir (Motta, 1998).

      A conceituação de empresa familiar é baseada na história de uma empresa que tem a sua existência ligada a uma família. “Empresa familiar é aquela que tem sua origem e sua história vinculadas a uma família: ou ainda, aquela que mantém membros da família na administração dos negócios” (Bernhoeft, 1991).

      Na percepção de Lodi (1998) uma empresa familiar “é aquela em que a consideração da sucessão da diretoria está ligada ao fator hereditário e onde os valores institucionais da firma identificam-se com um sobrenome de família ou com a figura de um fundador”.

Segundo publicação no editorial Mundo SEBRAE sobre como gerir uma empresa familiar (SEBRAE, http://www.mundosebrae.com.br/2010, 2010) as vantagens e desvantagens de uma empresa familiar são:

Vantagens:
  • Trabalhar diretamente com quem se conhece o caráter desde o inicio.
  • O sistema de decisões tende a ser muito rápido.
  • Comunicação mais facilitada e direta
  • Metas e objetivos mais facilmente compartilhados.
  • Sobrevivência do negócio é responsabilidade de todos.



Desvantagens:
  • Conflitos de interesses entre família e empresa.
  • Planejamento financeiro feito priorizando a família e depois a empresa.
  • Objetivo de enriquecimento familiar é anterior ao plano de crescimento da empresa.
  • Consanguinidade é fator impeditivo de profissionalização e melhoria de competências.
  • Liderança não pode ser contestada em função de respeito familiar.








fonte: 
  • MOTTA, P. R. Transformação organizacional – a teoria e a prática de inovar. Qualitymark, Rio de Janeiro, 1998.
  • BERNHOEFT, R. Empresa familiar: sucessão profissionalizada ou sobrevivência comprometida, Nobel, 1991.
  • LODI, J. B. A empresa familiar. Pioneira, 1998



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5 Forças de Porter - Exemplo Prático - Loja de Moto e Bicicleta - Parte 2





     Vide a explicação da postagem Parte 1 e a correlação com uma pequena empresa de bicicleta e moto. A análise em questão, abre margem para um estudo mais específico a respeito da diferença de potencial do comércio de moto e o de bicicleta.

     Portanto, Para sabermos o potencial de ambas as frentes da A Nova Bicicleta faremos uma divisão nas 5 forças de Porter estudadas acima.

Uma tabela será montada utilizando escala de influência de 1 até 5 para podermos comparar e tirar conclusões do exercício proposto.





     Através da análise das tabelas acima, vimos que o investimento em motocicleta é mais viável para um investimento maior. Já que sua pontuação ficou acima do comércio de bicicleta.


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Programa Governamental Start-Up Brasil







Brasília - O governo federal lança nesta quinta-feira o programa "Start-Up Brasil", que vai fomentar com R$ 40 milhões, até o fim de 2014, um universo de até 150 empresas iniciantes (startups) que tenham projetos de inovação com base tecnológica. O novo programa prevê que até 25% das companhias que serão estimuladas sejam estrangeiras com projetos no País.

O projeto vai financiar projetos de empresas embrionárias e aproximar as companhias de universidades e institutos federais. Além disso, o governo federal vai se comprometer com apoio de marketing às campanhas individuais das empresas que obtiverem os recursos por meio do edital que será lançado nesta quinta.
Ponto central do plano TI Maior, lançado pelo governo em agosto, o "Start-Up Brasil" será anunciado, em São Paulo, pelo ministro Marco Antônio Raupp, de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e pelo presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), Maurício Borges.

Segundo dados do Instituto Inovação, que auxiliou o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação no novo plano, pouco mais de 2 mil novas empresas foram criadas no Brasil no ano passado. O número é três vezes maior do que o registrado em 2009. Segundo um técnico que participou da formulação do novo programa, esse ritmo de crescimento só será sustentado, a partir de agora, com estímulos públicos.



Fonte: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/governo-vai-incentivar-empresas-iniciantes

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5 Forças de Porter - Conceito

Posted by Matheus Cappella on 15:57 in , ,






Idealizada por Michael Porter em 1979 e amplamente utilizada no mundo todo, a metodologia ainda se mostra de grande valia na medida em que direciona as análises estratégicas no sentido de identificar o grau de atratividade ou de competição em determinado setor ou indústria, onde, quanto menores ou mais bem controladas/minimizadas forem as pressões exercidas pelas 5 forças, maiores serão as chances de determinada empresa obter vantagens competitivas mais duradouras e atingir patamares diferenciados de resultados.

Para cada uma das forças competitivas exercidas destacam-se critérios de análise que ajudam na condução de um aprofundamento acerca de cada uma delas. Vejamos:


  • Força Novos Entrantes: critérios relacionados a criação ou existência de barreiras de entrada (dificultadores) são de extrema importância tais como: economias de escala, produtos ou serviços diferenciados, know-how, custos de troca (switching costs), imagem, marca etc.
  • Força Poder de Barganha de Fornecedores: aqui os principais critérios são relacionados à concentração e nível de dependência para com os mesmos, implicando em riscos potenciais que podem gerar a falta de insumos, arbitragem de preços ou recursos produtivos ou ainda por variáveis como a baixa qualificação ou quantidade de competidores para seus atuais fornecedores, gerando escassez de opções.

  • Poder de Barganha dos Clientes: Critérios que impactam em riscos relacionados à concentração de altos volumes em poucos clientes ou switching costs (custos de troca) reduzidos na medida em que não há uma diferenciação clara e tangível em termos de proposta de valor, posicionamento, atributos diferenciais, serviços ou produtos.

  • Ameaça de Surgimento de Produtos Substitutos: se relaciona a critérios que podem colocar em risco toda uma operação ou mesmo a posição no setor de atuação, na medida em que estes substitutos podem passar a ter a preferência de seus clientes (principalmente se forem inovadores ou romperem os padrões da categoria vigente); em outras palavras, o que a empresa produz ou oferta atualmente deixa de ter valor percebido superior e toda uma estrutura estabelecida pode ficar obsoleta

  • Concorrência: mesmo tendo sua dinâmica específica para cada mercado (vide mercados regulados, monopólios, mercados online, mercados globais, mercados altamente informais, etc), alguns dos fatores essenciais referem-se ao crescimento da indústria ou setor em que se compete, gerando um contexto de aumento de competitividade mais ou menos acirrado pelo nível de demanda, competência de resposta à externalidades (leis, regulamentações, monitorias, etc), capacidade de atendimento a demandas/clientes, custos fixos elevados, diferenciação frente a concorrência, networking e sólidos relacionamentos estratégicos.



Fonte: http://www.domsp.com.br/midia/ultimos-artigos/5-forcas-de-porter-analise-swot...-quem-sou-onde

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5 Forças de Porter - Exemplo Prático - Loja de Moto e Bicicleta - Parte 1






Idealizada por Michael Porter em 1979, Destina-se à análise da competição entre empresas. Consideram cinco fatores, as "forças" competitivas, que devem ser estudadas para que se possa desenvolver uma estratégia empresarial eficiente. A metodologia ainda se mostra de grande valia na medida que identifica o grau de atratividade ou de competição em determinado setor ou indústria, onde, quanto menores ou mais bem controladas/minimizadas forem as pressões exercidas pelas 5 forças, maiores serão as chances de determinada empresa obter vantagens competitivas e atingir patamares diferenciados de resultados.

Porter refere-se a essas forças como microambiente, em contraste com o termo mais geral macroambiente. Utilizam dessas forças em uma empresa que afeta a sua capacidade para servir os seus clientes e obter lucros. Contudo, Essa análise foi concebida para ser utilizada, primeiramente, em empresas de grande porte. Portanto, ela vai ser adaptada para uma análise em uma pequena empresa como a “Loja de Moto e Bicicleta”.


Empresa objeto estudo de caso: “Loja de Moto e Bicicleta”

  • Novos Entrantes: Um dos pontos fracos de ter um comércio voltado para duas rodas. Tanto o ramo de bicicleta quanto o de moto são de fáceis entradas. O investimento inicial não é tão alto e, pelo menos no comércio de bicicletas, a especialização não é difícil. Logicamente, quanto mais sofisticadas são as peças usadas, maior vai ser a dificuldade de se ter novos concorrentes. Porém o local físico da "Loja de Moto e Bicicleta" não favorece o comércio de peças caras. Ou seja, é voltado para as classes “C”, “D” e “E”.

  • Poder de Barganha dos Fornecedores: Felizmente, fornecedores são inúmeros e todos detêm preços bons para o comércio. Salvo a Caloi e a Honda, que são marcas líderes em seus segmentos, na qual certa dependência é encontrada. Portanto, é necessário manter um relacionamento priorizado com essas duas marcas para que as entregas sejam rápidas, os preços competitivos e condições de pagamento priorizadas.

  • Poder de Barganha dos Clientes: O cliente tem uma boa força neste caso. São muitos concorrentes diretos, incluindo os grandes varejistas como casa e vídeo e casas Bahia, que oferecem ótimas condições de pagamento.

  • Ameaça de Surgimento de Produtos Substitutos: Não se vê algum produto substituindo a moto ou a bicicleta. Muito pelo contrário, cada vez mais as pessoas estão utilizando a moto e bicicleta para escaparem do trânsito e do preço alto dos carros e ônibus. O que não se aplica aos dias de chuva.

  • Concorrência: Concorrentes muito fortes e bastante numerosos. Clientes de moto têm a característica de irem para muitos lugares a procura de peças baratas, pela facilidade de se locomover de moto. E no setor de bicicleta, pela facilidade de ter novos entrantes no mercado e a pequena especialização fazem com que surjam inúmeras lojas de bicicleta, ou seja, muitos concorrentes.



    Fonte:http://www.domsp.com.br/midia/ultimos-artigos/5-forcas-de-porter-analise-swot...-quem-sou-onde



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Qual Sua Classe Social?







Muitos empreendedores e pessoas de negócio estão inseridas no mercado sem ao menos saber corretamente em que classe social atuam com mais frequência.

O Café mostra de forma simplificada e atualizada a classificação das classes sociais segundo o IBGE.

A visão do IBGE, baseada no número de salários mínimos, é mais simples e divide em apenas cinco faixas de renda ou classes sociais, conforme a tabela abaixo válida para o ano de 2013 (salário mínimo em R$ 678,00).




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Matriz Importância X Desempenho







Uma ferramenta que pode ser utilizada para a identificação dos atributos classificados como qualificadores e como ganhadores de pedidos e, ao mesmo tempo, avaliar o desempenho da organização comparando-a aos seus principais concorrentes é a matriz importância x desempenho, apresentada por Slack (2002).

A primeira escala de importância indica como os clientes vêem à importância relativa de cada objetivo de desempenho, ou seja, o objetivo de desempenho é visto através dos olhos clínicos do cliente. A segunda escala de desempenho indica como a empresa está se comportando perante a concorrência, ou seja, cada objetivo de desempenho é confrontado com os níveis atingidos pelos concorrentes.


Primeiramente o empreendedor deve classificar os atributos utilizados para análise em níveis de importância (Pouco importante, Importante, Muito importante), após isso, faz-se uma comparação com os mesmos atributos do seu concorrente, para que o empreendedor possa alocar os atributos estudados na matriz Importância X desempenho acima e assim orienta-lo na tomada de decisão.

Postaremos um exemplo prático em seguida.


Fonte: SLACK, Nigel


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Traga Sorrisos e Aumente seus Lucros

Posted by Matheus Cappella on 17:22 in , ,






Medidas de produtividade entre as economias nacionais têm cativado a atenção dos políticos e executivos. Em última análise, porém, a fonte de produtividade são os trabalhadores do conhecimento individuais. E a evidência é clara: as pessoas têm melhor desempenho quando estão felizes.

Nossa pesquisa, na última década, tem-se centrado na criatividade, produtividade, e na psicologia do trabalho diário. Se olharmos para as startups empresariais ou grandes empresas estabelecidas, a mesma coisa acontece: as pessoas são mais produtivas e criativas quando têm emoções mais positivas. Na verdade, descobrimos que ser mais feliz em um determinado dia, aumenta não só a probabilidade das pessoas virem com uma nova ideia ou resolver um problema complexo no mesmo dia, mas também a fazê-lo no dia seguinte.

A Gallup quantificados fez uma pesquisa entre a ligação entre os sentimentos dos empregados e resultados corporativos, relatando que a perda de produtividade devido à infelicidade de seus empregados custa mais de US$ 300 bilhões para os EUA anualmente. Um estudo da Gallup separado pelo pesquisador James Harter e seus colegas descobriu que as vendas da unidade de negócios e lucros, em um ponto, no tempo, são previstas pelos sentimentos dos funcionários sobre a organização em pontos anteriores no tempo.

Todos nós podemos pensar de gênios criativos torturados pela depressão (por exemplo, Vincent van Gogh, Virginia Woolf), e muitos gestores ainda acreditam que o estresse e o medo são as melhores maneiras de manter os trabalhadores estimulados. Mas se você prestar atenção aos dados, em vez de anedotas e intuição, você vai descobrir que é claro que a felicidade aumenta o desempenho.


Fonte: AMABILE, Teresa; BRYANT, Edsel

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5 idéias para empreendedores






    As 5 sugestões que seguem neste post foram baseadas em uma mesa redonda de uma conferência que aconteceu na Stanford Graduate School of Business, em 2007,mediada e palestrada pelo professor GROUNSBECK, Irv.

1. Siga a regra de ouro para os patrões: "Está tudo bem se eu não disser o contrário"

    Isso significa que não há mensagens não ditas. Se você tem algo a dizer a um empregado, diga a ele ou a ela diretamente.

    Este foi um tema difícil, pelo menos, para um dos empresários da mesa. Quando ele assumiu a empresa em crise, há quatro anos, ele contratou os executivos que se destacaram em espremer cada centavo. Eles ajudaram a orientar a empresa para fora de perigo, mas eles não têm as habilidades necessárias para levar a empresa adiante.

    Ele não sabe como dizer isso a eles, e desde então tem evitado isso.

  Seja franco com eles, Grousbeck disse. Ajudá-los a entender as necessidades de mudança da empresa durante discussões freqüentes ao longo dos próximos dois a quatro meses. Seja justo e financeiramente generoso, e recrute novos executivos no mesmo período.

2. Trabalhe com os empregados antes de demiti-los

    Se uma de suas pessoas não está dando conta, coloque-a na lista de observação. Explique que você quer ajudá-la a ter sucesso, mas que o caminho atual não está levando a um lugar bom. Acompanhe essa pessoa a cada duas semanas por cerca de dois meses, e em cada reunião reveja o progresso do empregado. Faça uma lista do que você discutiu e deixe que o empregado assine. Após alguns meses, você terá um registro de melhoria, ou uma história documentada por problemas de desempenho.

   "Três em cada quatro [vezes] eu falho" para reabilitar o empregado, Grousbeck disse. Mas "quatro em quatro, eu tentei realmente ajudá-lo. Tirei toda a possibilidade de uma ação judicial por demissão injusta. E geralmente é um alívio. Quem quer se levantar e ir para o trabalho de manhã, quando você mesmo não está conseguindo?"

3. Nunca economize na verificação de antecedentes

    Fale com o chefe de um candidato de 10 anos atrás, seu professor de terceiro grau, um antigo vizinho, alguém em posição de dizer a verdade sobre um candidato, Grousbeck disse. Diga ao candidato que vai estar cavando, e convide-o a fazer o mesmo para você e sua empresa.

4. Pague mais por um potencial empregado

    Jogadores B são contribuidores sólidos, mas eles não são tão eficazes em posições-chave. "Eles são soldados em uma equipe dirigida por um dos jogadores", disse Grousbeck. Ele acredita que é melhor pagar 30 por cento a mais para o candidato-chave, ou seja, para o “jogador A”.

5. Use headhunters ,“Caçadores de cabeças”, mas cuidado com a regra não escrita


    Os Headhunters geralmente não contratam de empresas em que eles recentemente colocaram pessoas. Pergunte aos headhunters em que empresas eles trabalharam. Você pode encontrar uma piscina enorme de bons candidatos.




Fonte:http://www.gsb.stanford.edu/news/headlines/entrep_firing.shtml

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5 Sinais De Que Você Está Pronto Para Abrir Seu Próprio Negócio






O mercado de trabalho duro forçou muitas pessoas a considerarem iniciar seu próprio negócio. Mas a necessidade não garante o sucesso. Muitas vezes, o sucesso depende das razões que você decidiu começar o negócio.

“Muitas vezes eu ouço alguém falando sobre iniciar seu próprio negócio, porque eles odeiam o seu trabalho ou odeiam seu chefe", diz Gary Shouldis, consultor de empresa de pequeno porte e treinador. "Isso não é uma razão para começar um negócio. Talvez eles precisem encontrar uma nova carreira ou uma nova empresa”.

Antes de tomar alguma decisão, considere esses 5 sinais de que se vc está pronto ou não para iniciar seu próprio negócio:

1. Você anda pensando nisso há um bom tempo

Começar seu próprio negócio não é uma ideia que aparece em sua cabeça em um dia e no dia seguinte você está marchando no escritório de seu chefe para demitir-se. Segundo muitos empresários bem sucedidos, é uma ideia que deve ser planejada a longo prazo.

"É algo que tem que ser pensado por muito tempo. Eles exploraram outros caminhos, tentaram fazer a carreira, mas sentiram que precisavam iniciar seu próprio negócio para buscar um crescimento pessoal ", diz Shouldis.

2. Você pode fazer melhor

Para algumas pessoas, a lâmpada para iniciar seu próprio negócio vem da observação dos erros do seu próprio patrão. Talvez seu atual empregador não executa corretamente procedimentos básicos de gerência ou a empresa trata mal seus clientes. No entanto, seja qual for a razão, o impulso para muitos pequenos empresários é a sensação de que poderia fazê-lo de forma diferente, diz Jeanne Yocum, fundador do blog Sucesso em Pequenas Empresas. "Se você está questionando as decisões numa base de rotina, você pode querer ir para fora e ver se o seu caminho é o melhor caminho", diz Yocum.

3. Você não vem de um lugar de infelicidade

Se você acha que começar seu próprio negócio vai lhe trazer felicidade, porque você vai ser seu próprio patrão ou pode definir suas próprias horas, pense novamente. De acordo com Shouldis, as pessoas se esforçam e trabalham muito mais quando começam seu próprio negócio. "Você nunca vai trabalhar mais para os outros do que para si mesmo", diz Shouldis. "Você irá fazer exigências sobre você e sua empresa que você nunca experimentou quando era empregado de outras empresas."

De acordo com Shouldis, as pessoas bem sucedidas são aquelas que não odeiam a sua carreira, mas tem uma concepção diferente. Eles não fazem isso por dinheiro ou por mais tempo livre, mas sim por paixão.
Eles também não são acorrentados por um salário. "Se você começar a ver o seu salário como uma bola e uma corrente em vez de um benefício, certamente que é um sinal real de que não esta pronto pra iniciar um negócio", diz Yocum.

4. Você tem experiência e confiança

Para ser um empresário bem sucedido, você tem que saber o que está fazendo e fazê-lo bem. É por isso que especialistas em carreira dizem que antes de sair por conta própria, certifique-se de que você tem o conhecimento e experiência para executar o seu próprio negócio. Se você tem isso,  vai estar confiante em suas relações com os clientes e parceiros de negócios, o que é fundamental para gerir um negócio bem sucedido. "Você tem que sentir-se confiante de que pode fazer isso", diz Yocum. "Ele vem em momentos 
diferentes para pessoas diferentes."

5. Você tem o desejo de continuar a aprender

Em uma carreira, você normalmente terá oportunidade de gastar seu tempo fazendo uma coisa muito bem. Quando você possui seu próprio negócio, você terá que usar muitos chapéus diferentes, como o de recepcionista, vendedora ou gerente de TI. E é por isso que você tem que possuir um grande desejo de aprender.

"Você sempre tem que diversificar e crescer", diz Shouldis. "Como proprietário de uma pequena empresa, você não tem um departamento de marketing, um departamento de finanças ou de um departamento de limpeza.

Se você é do tipo de pessoa que está sempre procurando melhorar a si mesmo e quer aprender coisas novas, então as chances de sucesso como um empresário são cada vez maiores.


Esta história foi publicada originalmente pela Glassdoor.

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