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Loja Virtual - Tire suas duvidas sobre CNPJ

Posted by Vitor Melo de Castro on 15:35 in ,



 
Para Abrir uma Loja Virtual precisa de CNPJ ?

     Imagino que você deve saber que qualquer atividade comercial onde existe um vendedor e um comprador, caracterizado por atividade mercantil, obrigatoriamente deve ser emitida uma Nota Fiscal de Venda.

     Essa nota fiscal só pode ser emitida por uma Empresa, no caso uma Pessoa Jurídica,  devidamente constituída. Portanto a resposta é SIM, para abrir e montar uma loja virtual, você precisa ter uma Empresa (PJ) devidamente constituída, e registrada nos órgãos estaduais e federais.
 
O registro deve ser feito na Junta Comercial do seu Estado.

Qual a diferença entre uma Loja Física e uma Loja Virtual ?

Uma Loja Virtual, comércio eletrônico, que vende naturalmente produtos pela Internet, é muito similar a uma Loja Física, a diferença somente é que a venda se dá de forma NÃO PRESENCIAL, ou seja o comprador adquire o produto por meio da Internet, com seu computador, onde faz o pedido, efetua o pagamento e depois recebe o produto através dos Correios ou transportadora em seu domicílio.

As questões contábeis, e obrigações fiscais de uma Loja Virtual, são exatamente iguais de uma Loja Física, não difere em nada.

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Tipos de Tributos em Empresas






Vocês conhecem todos os tributos que sua empresa paga?

Você quer empreender? Entende de todos os impostos? 



Exemplo: ISS, COFINS, PIS, CLSS ...

O Café disponibiliza para seu assinantes um ótimo link de um artigo sobre tributos.

Para acessar, clique aqui


Fonte:

ALVES, Sheila Rodrigues. Tipos de Tributos Incidentes nas Empresas Prestadoras de Serviços

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Produtividade na Rotina de Trabalho

Posted by Matheus Cappella on 18:02 in , ,




     Pontos importantes a serem considerados em uma rotina de trabalho. Os pontos aqui relatados foram estudados em empresas de Engenharia Civil, porém, o Café acredita que podem ser aplicados em qualquer empresa.

    Vale lembrar que os dados estudados foram em um turno de 40 horas semanais, 8 horas por dia.

  1. O trabalhador é mais produtivo na terça feira do que em qualquer outro dia da semana. Projetos devem ser modelados de forma à deixar atividades mais complexas para as terças feiras;
  2. A hora mais produtiva do dia de um trabalhador é em torno de 10:00 am às 10:30 am. É importante que trabalhos e decisões importantes sejam tomadas neste período em um dia de trabalho;
  3. Um trabalhador é mais produtivo em um dia de trabalho se forem estipulados intervalos (break time) de 10% à 15% de sua jornada de trabalho. Uma pequena parada pela manhã, o horário de almoço e outra pequena parada durante à tarde;
  4. Se um colaborador trabalha com atividade de repetição, ele terá uma significante perda de produtividade após 60 ou 70 minutos de trabalho repetitivo. É importante que haja variação das atividades envolvidas à um trabalhador;
  5. O horário menos produtivo de um trabalhador é um pouco antes do horário de sua saída. Também é verificado um decréscimo de sua produtividade logo após o almoço. Ou seja, este horário deve ser usado para elaboração de atividades mecânicas, sem necessidade de raciocínio ou grande responsabilidade;
  6. Após terça feira, a produtividade do trabalhador diminui conforme a semana passa e, a sexta feira é comumente o dia menos produtivo da semana;
  7. Quando um trabalhador aprende como fazer determinada atividade, ele melhora seu desempenho exponencialmente até chegar no ponto de saturação. Contudo, se após chegar neste ponto, o trabalhador continuar executando essas atividades mais e mais vezes, o tédio vai ficar evidente, e o trabalhador desmotivado;
  8. Normalmente, um maior desempenho é alcançado quando um colaborador trabalha 8 horas por dia, de segunda à sexta (40 horas semanais);
  9. Um trabalho de 6 dias na semana/8 horas por dia é mais produtivo que um trabalho de 5 dias na semana/10 horas por dia. Portanto, se um projeto deve ser acelerado, é melhor trabalhar mais um dia na semana do que trabalhar 5 dias, com hora extra;
  10. A produtividade de colaboradores que trabalham e horários alternativos (à noite ou de madrugada) é, normalmente, menor do que colaboradores que trabalham em horário usual (8:00 às 17:00);
  11. O efeito da hora extra é adverso se o colaborador trabalha este tempo extra por um longo período de tempo;
  12. Um colaborador que trabalha 10 horas ao dia, por 4 dias seguidos é menos produtivo que um que trabalha 8 horas ao dia, por 5 dias seguidos;
  13. A maioria dos acidentes de trabalho ocorre em um período improdutivo de trabalho. Ou seja, um trabalho produtivo é um trabalho seguro;
  14. Um novo colaborador (com menos de 1 ano de trabalho) tem mais chance de se acidentar em um trabalho do que um que trabalha há mais tempo;
  15. Na construção, um colaborador que prefere trabalhar sozinho tem mais chance de se envolver em acidente do que outro que trabalha em grupo.
Vocês concordam com o que foi dito?


Fonte: Postagem baseada no livro: Construction Productivity: Measurement And Improvement. 



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Programas de TV sobre Empreendedorismo





  • Show Business – Tv Bandeirantes: O programa é apresentado pelo empresário João Dória Jr., que é filho do publicitário João Dória, responsável pelo surgimento do dia dos namorados no Brasil, dentre outros inúmeros feriados, o programa é exibido pela Band nas noites de sábado e consiste em uma entrevista formal com empresários e pessoas ligadas a empreendimentos nos mais diversos setores e que possuem renome no cenário nacional ou até mesmo mundial, um programa extremamente indicado àqueles que desejam destaque no mundo dos negócios.

  • Pequenas Empresas e Grandes Negócios – Tv Globo: Esse é um programa exibido pela rede globo nas manhãs de domingo que visa informar os interessados no mundo dos negócios acerca das oportunidades aproveitadas em todo o País e as ideias de negócios que deram certo, buscando assim motivar os novos visionários que pretendem entrar no mundo empresarial.

  • O Aprendiz – Tv Record: Essa é uma versão brasileira do programa norte-americano “The Apprentice” que, por lá, é apresentada por Donald Trump. O programa no Brasil foi apresentado por seis anos consecutivos por Roberto Justus e que, após sua transferência para o SBT, passou a ser conduzido por João Dória Jr. O Programa volta ao ar em setembro desse ano, novamente sendo apresentado por aquele que foi o grande responsável pela consagração do modelo no País, ou seja, Roberto Justus, que foi novamente contratado pela emissora Record.

  • Canal Futura: O Futura criou uma faixa especial de programação dedicada ao tema, onde são exibidas as séries de programas, patrocinadas pelo SEBRAE, voltadas à capacitação empresarial como o Aprender a Empreender, Aprender a Empreender Serviços, Sabor e Gestão, Juntos Somos Fortes, Comércio Justo e Boas Vendas, comércio varejista. São materiais audiovisuais inéditos sobre visando à qualificação da gestão empresarial de  micro e pequeno negócios em áreas muito demandadas pela economia. Em 2011, estreou a série Cooperar é um bom negócio, revela como e por que a adoção de uma das modalidades de empreendimentos coletivos pode aumentar a competitividade empresarial. A faixa empreendedorismo é exibida de segunda a sexta em dois horários: às 6h e às 13h. Segundas e terças-feiras, o tema é debatido no Conexão Futura.


Fonte: www.clickgrátis.com.br
          www.futura.org.br

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Fatores de Sucesso, Segundo o Próprio Empreendedor






Fatores de sucesso, segundo o próprio empreendedor:

  • Faça o que lhe dá energia. Divirta-se.
  • Imagine como fazer funcionar algo.
  • Diga “posso fazer”, em lugar de “não posso” ou “talvez”.
  • Tenacidade e criatividade irão triunfar.
  • Qualquer coisa é possível se você acredita que pode fazê-la.
  • Se você não sabe que não pode ser feito, vá em frente e fará.
  • Seja insatisfeito com o jeito como as coisas estão e procure melhorá-las.
  • Faça as coisas de forma diferente.
  • Não assuma riscos desnecessários mas assuma um risco calculado se considerar que a oportunidade é certa pra você.
  • Os negócios fracassam; os empreendedores de sucesso aprendem. Mas tente manter baixo o custo do aprendizado.
  • Faça da oportunidade e dos resultados a sua obsessão.
  • Uma equipe constrói um negócio; um só indivíduo ganha a vida.
  • Tenha orgulho de suas realizações; isso é contagiante!




Fonte: Timmons (1994)

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Fatores Comuns de Perda de Tempo e o que Fazer para Eliminá-los






Fatores de perda de tempo:

  • Interrupções por outras pessoas.
  • Interrupções telefônicas.
  • Fazer o serviço de outros empregados.
  • Reuniões desnecessárias.
  • Administração de crises – preocupando-se com o que é urgente e, em vez de com que é importante.
  • Protelação dos trabalhos.
  • Esperar pelos outros para tomar medidas.

Como eliminá-los:

  • Defina prazos finais. Faça com que outras pessoas verifiquem seu rendimento. Recompense  a si próprio ao completar uma tarefa.
  • Enumere os itens por ordem de importância, estabelecendo prioridade. Faça uma coisa de cada vez.
  • Defina procedimentos. Isso elimina a necessidade de tomar decisões repetidas vezes e diminui as possibilidades de imprevistos.
  • Aprenda a delegar funções.
  • Deixe de fazer o trabalho dos empregados.
  • Identifique-se e concentre-se em poucos itens. Analise, identifique o que é realmente importante.
  • Cumpra tarefas desagradáveis em primeiro lugar.
  • Não protele.
  • Seja pontual.
  • Reserve uma ou duas horas por dia para fazer trabalhos que exijam maior concentração em local que não seja interrompido.
  • Mantenha-se em contato com seus projetos, monitore-os para que sejam realizados.
  • Mantenha o foco e analise como a tarefa de hoje se relaciona com o objetivo de amanhã, ou com objetivos de longo prazo.




Fonte: DAUBIGNY Micheline

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Manual de Como Elaborar um Plano de Negócios SEBRAE

Posted by Matheus Cappella on 11:13 in , ,





O Café recomenda o Plano de Negócios do SEBRAE como uma ferramenta de fácil entendimento para quem quer empreender e abrir seu próprio negócio.

O material é bem prático e pode ser visualizado acessando o link: clique aqui


Fonte: SEBRAE

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Como Ter Sucesso em Seu Novo Negócio






Quem disse que não há receita para o sucesso não estava enganado. Mas existem, sim, algumas características comuns a todo empreendedor bem-sucedido, que podem ajudar qualquer um a avançar alguns passos rumo ao sucesso. Organização internacional de apoio ao empreendedorismo, a Endeavor identificou por exemplo que, entre os melhores casos - que cresceram 20% ou mais nos últimos três anos, 74% -  focaram em investir localmente no início, mas aspiravam tornar suas empresas globais.

Ao identificar traços desse tipo, um estudo realizado pelo Centro de Empreendedorismo de Alto Impacto da Endeavor entrevistou 55 empreendedores de alto impacto em 11 países e formatou 5 regras básicas para alcançar o sucesso nos negócios.
 
“Você pode mirar em um alvo maior e acabar como algo menor de qualquer forma. Mas, se não começar mirando alto, quase nunca vai chegar lá”, aponta Reid Hoffman, fundador do LinkedIn e membro do Conselho Global da Endeavor. A questão que ele coloca é: “Como eu posso entrar nesse jogo?” 

Conheça melhor as regras do sucesso nos negócios, acompanhadas de alguns exemplos mundiais, e descubra como fazer parte desse jogo:
 
1.    Comece com o que você conhece - "As melhores ideias de negócios costumam estar bem debaixo do seu nariz. Ao começar uma empresa, em vez de ficar procurando uma ideia extremamente inovadora, comece com aquilo que você sabe. Os empreendedores podem identificar vantagens competitivas em uma indústria e receber feedbacks mais rápido quando eles já conhecem essa indústria e os potenciais consumidores. Muitos empreendedores se tornaram bem sucedidos criando empresas em áreas em que já tinham experiência". 
 
2.    Sonhe grande - "As startups mais admiradas dos dias de hoje – os Facebooks, Googles e LinkedIns do mundo – são empresas globais que começaram em mercados locais. Vejamos o Facebook como exemplo. O Zuckerberg começou o Facebook em um nível bastante local, testando o conceito original na Universidade de Harvard. Com o tempo, o Facebook cresceu nacionalmente, e depois globalmente. Hoje, a rede social tem mais de 665 milhões de usuários ativos por dia". 
 
3.    Não se prenda ao plano de negócio - "Esqueça o que os professores dizem, alguns dos empreendedores mais renomados do mundo nunca escreveram um plano de negócio. Esses empreendedores argumentam que, enquanto existe, sim, um valor significativo em se pensar sobre os aspectos fundamentais de um novo negócio,  ficar comprometido demais com a cópia impressa de um plano de negócios sufoca a flexibilidade do empreendedor, o que torna difícil se adaptar aos desafios e aproveitar novas oportunidades. Ou seja, quando começar uma empresa, não fique amarrado ao plano de negócio". 
 
4.    Procure investimentos e ganhe conselhos -  “É fácil se apaixonar pela sua própria ideia, mas muito mais difícil convencer os outros dela. O processo de perseguir o investimento e o conselho de outras pessoas necessita de um rigor de pensamento e um teste prático do plano. Obviamente, levantar capital pode te dar recursos para uma rápida expansão, mas o acesso aos conselhos destes investidores e pessoas de confiança é um componente ainda mais importante do sucesso”. 

5.    A experiência te leva mais longe - "Alguns dos empreendedores mais icônicos do mundo descobriram uma ideia de negócio na garagem da casa dos pais. O sucesso deles sempre levanta a questão: Como jovens empreendedores com pouca experiência conseguiram criar empresas gigantes? Isso acontece porque um pouco de experiência já vale muito no caminho rumo ao alto impacto. Empreendedores sempre precisam de experiência prévia, mas não muita a ponto de fazê-los evitar riscos e deixarem de ser flexíveis".



Fonte: Yahoo

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Técnicas Para Aumentar o Ticket Médio de sua Empresa

Posted by Matheus Cappella on 14:03 in ,






O ticket médio dos clientes da sua loja é um indicador sólido de seu rendimento. Sendo assim, é objetivo de qualquer comerciante (on-line ou não) aumentar esse indicador o máximo possível. O modo mais tradicional, o primeiro que se pensa ao definir esse objetivo, é aumentar o número de clientes da loja. Esse método é claramente muito efetivo, mas é também o mais difícil de ser estabelecido em curto prazo. Algumas estratégias simples podem fazer o gasto médio dos seus clientes aumentar de forma mais rápida. Aqui vão algumas ideias nesse sentido:

1 – Desconto e frete grátis a partir de determinada quantia: Se seus clientes têm um ticket médio de 90 reais, por exemplo, coloque o preço mínimo para ter direito ao frete grátis em 100 reais. Dessa forma os clientes racionalizarão o pequeno aumento no custo da compra com a ideia de poupar o dinheiro do frete.

2 – Pacotes de produtos: Incluir produtos relacionados ou complementares num pacote com um preço promocional é uma ótima maneira de atrair compradores, pois além do preço ser menor do que o dos produtos vendidos separadamente, ainda pode-se aproveitar a chance para circular um produto que não teria tanta rotatividade por si só.

3 – Produtos de edição limitada: Criar um senso de urgência é uma técnica antiga de vendas que continua funcionando muito bem. O problema aqui é que, pela própria natureza da ação, o seu efeito é de curta duração, ou seja, será difícil manter o aumento nas vendas por um período significativo.

4 – Produtos recomendados: Oferecer nas páginas dos produtos outros itens relacionados é um ótimo jeito de gerar mais vendas. Ao se vender calçados, ofereça produtos para tratamento e manutenção deles. Se vender livros, ofereça outros do mesmo autor ou da mesma série, se for o caso. Peças de informática sempre trabalham em conjunto. As opções são virtualmente infinitas aqui.

5 – Programa de “recompensas”: Pode-se associar recompensas a faixas de gasto no carrinho de compras. A definição de recompensas varia. Podem ser pontos cumulativos, produtos, descontos, etc.

6 – Cupons de desconto: Quanto mais o cliente comprar, ofereça mais descontos ou bônus. Tendo o cupom em mãos, é quase certo que o cliente sentirá necessidade de tirar vantagem dele, ou seja, gastar mais dinheiro na sua loja.

7 – Aumente sua oferta de produtos: Por exemplo, se você vender TVs de alta resolução, faria sentido vender também cabos de alto nível ao invés de somente cabos normais. Para conseguir esse tipo de informação, leia revistas ou sites especializados ou até mesmo pesquise em redes sociais. Usar o Google Analytics no seu site também pode ajudar aqui. Analisando que termos as pessoas têm procurado na sua loja pode lhe dar mais ideias de que produtos seria bom oferecer.

8 – Aumente os preços: É um método bem direto e impopular, mas pode funcionar muito bem se você achar algum jeito de fazer os clientes sentirem que o gasto extra na sua loja vale a pena em relação aos concorrentes. Isso pode ser feito através de um serviço de atendimento ao consumidor muito bem executado ou, até mesmo, um marketing sólido.




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Planejamento Tributário de uma Empresa

Posted by Matheus Cappella on 11:00 in , ,






DEFINIÇÃO DE PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO

Planejamento Tributário é um conjunto de sistemas legais que visam reduzir a incidência de tributos, onde o contribuinte pode estruturar o seu negócio da maneira menos onerosa, procurando a diminuição dos custos de seu empreendimento, e principalmente dos impostos. Para um bom planejamento tributário, inúmeras decisões devem ser tomadas, de maneira que todos os passos a dados durante o ano devem ser esquematizados e combinados com a legislação. Isso se torna ainda mais essencial, se considerarmos o atual cenário brasileiro, onde o planejamento é imprescindível para obter sucesso, ou simplesmente para sobreviver. É importante esclarecer que o planejamento tributário passa longe da sonegação fiscal, pois propõe atitudes que reduzirão o valor dos tributos devidos, sem, contudo, sonegar ou fraudar o fisco. Na verdade, tudo é feito em conformidade com a legislação; e aqui encontramos mais um motivo para investir nesse assunto: a legislação tributária é demasiadamente complexa, o que ocasiona a necessidade de auxílio de consultores especializados, para que seja possível cumprir com todas as obrigações tributárias exigidas pelo fisco de maneira correta, sem comprometer o controle de custos.

O planejamento tributário é de extrema importância, e deve ser efetivado, anualmente pelos administradores empresariais, relativamente às opções: Simples Nacional Lucro Real, ou Lucro Presumido.
Como a legislação não permite mudança de sistemática no mesmo exercício, a opção por uma das modalidades será determinante, pois, se a decisão for equivocada, ela terá efeito no ano todo. A opção é definida até o último dia útil de janeiro para as empresas optantes pelo Simples Nacional, e para as demais no primeiro pagamento do imposto (que normalmente é recolhido em fevereiro de cada ano). 
A apuração do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL) pode ser feita de três formas:

1. Simples Nacional (opção exclusiva para Microempresas e Empresas de Pequeno Porte).
2. Lucro Presumido
3. Lucro Real (apuração anual ou trimestral);

QUAL A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO PARA AS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS?

É um grande desafio para o país manter as portas abertas, enquanto atravessa um período desfavorável com altas taxas de juros, pesada carga tributaria e oscilações financeiras, é um desafio para qualquer empresa, é nesse momento que a contabilidade torna se uma aliada, ela é responsável pelo agrupamento de informações do dia a dia em uma empresa, dentre elas está o planejamento tributário, este deve receber maior atenção, pois o mesmo permite reduzir o ônus tributário, as empresas devem levar em conta todas as contribuições, entre elas o programa de integração social (PIS) e a contribuição para o financiamento da seguridade (CONFINS), para definir qual o regime tributário deve escolher. O Brasil possui três formas de regime tributário, como já vimos antes, um deles é o simples nacional, que estabelece normas relativas ao tratamento tributário diferenciado e favorecido para as micro e pequenas empresas.

O diferencial do simples nacional é a aglutinação de oito impostos: Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ), Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Contribuição Social Sobre o Lucro Liquido (CSLL), CONFINS, PIS, Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), Imposto Sobre Serviço (ISS) em um só tributo incluindo obrigações acessórias.

Este trabalho visa mostrar que a falta de planejamento estratégico e a causa de grande mortalidade das micro e pequenas empresas, com a existência do planejamento tributário podemos visualizar a empresa no tocante ao cumprimento das obrigações fiscais, evitando ou minorando situações que possam descapitalizar a empresa.


Fonte: TEIXEIRA, Elivaldo para Artigonal

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Empreendedor Individual

Posted by Matheus Cappella on 23:04 in , ,






O Empreendedor Individual é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário. Para ser um empreendedor individual, é necessário faturar hoje no máximo até R$ 60.000,00 por ano ou R$ 5.000,00 por mês e não ter participação em outra empresa como sócio ou titular.
Milhões de brasileiros estão formalizando os seus negócios, com CNPJ, nota fiscal e Previdência Social para suas famílias. 

Pela Lei Complementar nº 128, de 19/12/2008, o trabalhador conhecido como informal pode se tornar um Empreendedor Individual legalizado. Ele passa a ter CNPJ, o que facilitará a abertura de conta bancária, o pedido de empréstimos e a emissão de notas fiscais. 

Será enquadrado no Simples Nacional e ficará isento dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL). O único custo da formalização é o pagamento mensal de R$ 27,25 (INSS), R$ 5,00 (Prestadores de Serviço) e R$ 1,00 (Comércio e Indústria) por meio de carnê emitido exclusivamente no Portal do Empreendedor. 

Com essas contribuições, o Empreendedor Individual terá acesso a benefícios como auxílio maternidade, auxílio doença, aposentadoria, entre outros. 


Para maiores informações, acesse o site do SEBRAE.

Tem alguma dúvida? Mande para a gente!


Fonte: SEBRAE

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O que é o Simples Nacional?

Posted by Matheus Cappella on 23:48 in ,






O Simples Nacional é um regime compartilhado de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos aplicável às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, previsto na Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006.

O Simples Nacional contempla microempresas, com receita bruta anual de até R$240 mil, e empresas de pequeno porte, com receita bruta anual de até R$2,4 milhões. Este regime destaca-se por sua forma simplificada de recolhimento tributário que tem como base somente a apuração da receita bruta mensal  alíquota sobre a receita bruta ao longo de 12 meses.


Abrange a participação de todos os entes federados (União, Estados, Distrito Federal e Municípios). É administrado por um Comitê Gestor composto por oito integrantes: quatro da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), dois dos Estados e do Distrito Federal e dois dos Municípios.

Para o ingresso no Simples Nacional é necessário o cumprimento das seguintes condições:
  • enquadrar-se na definição de microempresa ou de empresa de pequeno porte;
  • cumprir os requisitos previstos na legislação; e
  • formalizar a opção pelo Simples Nacional.

Características principais do Regime do Simples Nacional:
  • ser facultativo;
  • ser irretratável para todo o ano-calendário;
  • abrange os seguintes tributos: IRPJ, CSLL, PIS/Pasep, Cofins, IPI, ICMS, ISS e a Contribuição para a Seguridade Social destinada à Previdência Social a cargo da pessoa jurídica (CPP);
  • recolhimento dos tributos abrangidos mediante documento único de arrecadação - DAS;
  • disponibilização às ME/EPP de sistema eletrônico para a realização do cálculo do valor mensal devido, geração do DAS e, a partir de janeiro de 2012, para constituição do crédito tributário;
  • apresentação de declaração única e simplificada de informações socioeconômicas e fiscais;
  • prazo para recolhimento do DAS até o dia 20 do mês subsequente àquele em que houver sido auferida a receita bruta;
  • possibilidade de os Estados adotarem sublimites para EPP em função da respectiva participação no PIB. Os estabelecimentos localizados nesses Estados cuja receita bruta total extrapolar o respectivo sublimite deverão recolher o ICMS e o ISS diretamente ao Estado ou ao Município.


Fonte: Receita federal


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Como Lidar com a Concorrência

Posted by Matheus Cappella on 21:37 in , ,






IDENTIFICAÇÃO DOS CONCORRENTES

Pode parecer simples para uma empresa a tarefa de identificar seus concorrentes. A Coca Cola sabe que a Pepsi Cola é sua principal concorrente. Mas a faixa de concorrentes reais e potenciais de uma empresa é na verdade bem mais ampla. Uma empresa esta mais propensa a ser atingida por novos concorrentes e novas tecnologias do que por concorrentes já existentes.

Nos últimos anos, muitas empresas não perceberam que seus concorrentes mais temíveis estão na internet. Por exemplo, há poucos anos, as redes de livrarias estavam competindo para ver quem construiria o maior número de megalojas, onde os leitores pudessem se sentar em confortáveis poltronas e saborear um cappuccino. Entretanto, enquanto sólidas redes de livrarias decidiam quais produtos estocar em seus cafés, Jeffrey Bezos estava construindo um império on line chamado Amazon.com.

A miopia em relação aos concorrentes pode levar a um enfoque nos concorrentes atuais em vez de nos potenciais, pode ter como resultado o fim de algumas empresas.

CONCEITO SETORIAL DA CONCORRÊNCIA

Setor é um grupo de empresas que oferecem um produto ou uma categoria de produtos que são substituídos próximos uns dos outros.

Os setores são classificados de acordo com a quantidade de empresas vendedoras; os níveis de diferenciação do produto; a presença ou não de barreiras à entrada, à modalidade e à saída; as estruturas de custo; o grau de interação vertical, e o grau de globalização.

Quantidade de empresas vendedoras e nível de diferenciação: o ponto de partida para descrever um setor é especificar a quantidade de empresas vendedoras que atuam nele e definir se o produto é homogêneo ou altamente diferenciado. Essas características dão origem a quatro tipos de estrutura setorial:

Monopólio puro: somente uma empresa fornece um certo produto ou serviço em determinado país ou região.

Oligopólio: uma pequena quantidade de (geralmente) grandes empresas que fabricam produtos que variam de altamente diferenciados a padronizados.

Concorrência Monopolista: muitos concorrentes são capazes de diferenciar suas ofertas no todo ou em 
parte (restaurantes, lojas de produto de beleza). Os concorrentes enfocam os segmentos do mercado em que podem atender às necessidades dos clientes de modo superior e impor um preço premium.

Concorrência pura: muitos concorrentes oferecem o mesmo produto e serviço (mercado de ações, mercado de commodities). Uma vez que não há uma base para diferenciação os preços dos concorrentes são praticamente os mesmos.

Barreiras à entrada, à mobilidade e à saída

Os setores diferem em grande parte no que diz respeito à facilidade de entrar nele. É fácil abrir um novo restaurante, porém é difícil ingressar no setor aeronáutico. Entre as principais barreiras à entrada estão a necessidade de muito capital; economias de escala; exigências de patentes e licenciamento; escassez de locais, matérias primas ou distribuidores, e exigências de reputação. Até mesmo depois que uma empresa ingressa em um setor, ela pode enfrentar as barreiras à mobilidade, quando tentar penetrar em segmentos de mercados mais atraentes.

As empresas freqüentemente se deparam com barreiras à saída, como obrigações legais ou morais perante os clientes, credores e funcionários; restrições governamentais; baixo valor de patrimônio recuperável devido à superespecialização ou obsolescência; falta de oportunidades alternativas; integração vertical elevada, e barreiras emocionais.


Fonte: Ebah

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Como se preparar para sucessão sem traumas

Posted by Vitor Melo de Castro on 02:05 in ,






     Realizar uma sucessão em qualquer empresa é um grande desafio, se for 
familiar ainda mais, pois as estatísticas mostram que apenas 5% das empresas familiares conseguem chegar à terceira geração.



    Suceder líderes medíocres é fácil, o problema é substituir líderes reconhecidamente capazes e vitoriosos. Essas pessoas, muitas vezes, construíram sua empresa do zero e sentem enormes dificuldades em fazer a transição para membros da família ou mesmo para profissionais de fora, pois o sucesso aliado ao apego cria barreiras difíceis de serem ultrapassadas.



Seguem aqui algumas dicas de como preparar uma sucessão sem traumas.

1- Planeje com muita antecedência 

Não espere ficar cansado ou doente para planejar sua saída. Uma boa sucessão começa a ser preparada com, no mínimo, 10 anos de antecedência, observando quem da família ou dos funcionários realmente tem aptidão para o cargo.

2- Treine os candidatos

Capacite ao máximo os candidatos à sucessão. Essa capacitação deve ser dada tanto por meio de treinamentos formais (graduação, pós-graduação, cursos in company), quanto informais, onde a pessoa passa por diferentes cargos e funções.

3- Analise as aptidões 

Será fundamental que você analise não só os resultados que cada candidato obtém, mas também seus comportamentos no dia a dia. Estilo de liderança, postura diante de conflitos e flexibilidade para resolver problemas serão ótimos indicativos.

4- Evite conflitos desnecessários

A sucessão é uma corrida de obstáculos, não uma guerra. Deixe claro aos candidatos que não serão toleradas brigas pelo poder e quando houver discussões medie e intervenha para que não se transformem em conflitos irreconciliáveis.

5- Comece a delegar 

Para conseguir passar o poder sem traumas e com baixo risco, comece a delegar cada vez mais funções importantes às pessoas mais qualificadas. Isso servirá como um teste, tanto para eles quanto para você. Bons resultados significam que você está no caminho certo.

6- Defina o sucessor

Se tudo correr bem, um ano antes de sua saída, eleja o sucessor oficialmente e passe aos poucos todas as suas incumbências e, onde houver dificuldades, acompanhe com mais intensidade.
Toda transição é complexa, mas, se bem conduzida, pode tornar a empresa ainda mais bem sucedida.

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Como Fazer um Fluxo de Caixa - Exemplo






O café está disponibilizando um download de planilha de Fluxo de Caixa que consideramos mais simples e prática. A planilha foi retirada do Sebrae.

Na contabilidade, uma projeção de fluxo de caixa demonstra todos os pagamentos e recebimentos esperados em um determinado período de tempo. O controlador de fluxo de caixa necessita de uma visão geral sobre todas as funções da empresa, como: pagamentos, recebimentos, compras de matéria prima, compras de materiais secundários, salários e outros, por que é necessário prever o que se poderá gastar no futuro dependendo do que se consome hoje.

Um fluxo de caixa perfeito é aquele que leva dedicação e disciplina dos empresários. O primeiro passo é separar as saídas de dinheiro em pelo menos três categorias: fornecedores, despesas e outras saídas.

Dentro dos pagamentos com despesas, os especialistas sugerem a divisão em outras três categorias. “As despesas podem ser administrativas, como papelaria, correio, telefone, internet e salários, comerciais, onde entram gastos com marketing e comissões de vendedores, e financeiras, como juros, multas e IOF”, explica Gomes. Em “outras saídas”, coloque o que a empresa pagou para amortização de empréstimos, pagamento de tributos e investimentos.


Um exemplo de fluxo de caixa já está disponibilizado para download.

Para acessar a planilha: Clique aqui


Fonte: Exame, Sebrae

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Técnica Nominal de Grupo







A TNG - Técnica Nominal de Grupo é uma ferramenta que possibilita a escolha de caminhos (alternativas / opções) de uma forma livre, democrática e racional. É uma ferramenta que pode impedir os efeitos negativos da influência da autoridade ou da persuasão que tendam para uma alternativa que pode não ser a melhor, que pode não ser aquela da qual a maioria partilhe.

Onde se aplica a TNG?

Geralmente, em reuniões, ao se estudar, analisar ou planejar as pessoas defrontam-se com múltiplos caminhos, múltiplas opções, múltiplas alternativas que podem ser observadas.

Como se usa a TNG?

A TNG - Técnica Nominal de Grupo é desenvolvida através dos seguintes passos:

Passo 1: Definir o objetivo (foco) da TNG.

Neste passo deve ser definido o que se pretende com o uso da técnica. Este objetivo deve estar muito claro para os participantes. Exemplos: “O objetivo é escolher o gerente que deve ser promovido a diretor de Vendas” ; “O objetivo é indicar o efeito mais indesejável que se reconhece no departamento de Produção”.

Passo 2: Listar todas as alternativas existentes.

Neste caso são listadas as inúmeras alternativas / caminhos / causas / efeitos / problemas, etc. que o grupo conhece concernente à temática em questão. Exemplos: “Marcel; João; Carlos; Lídia; Sérgio e Bonilha” ; “Baixa produtividade; pessoal mal treinado; não respeita cronograma; excesso de acidentes com pessoal; baixa qualidade do produto; excesso de refugo; desperdício; horas paradas”

 Passo 3: Escrever e enumerar as alternativas num quadro.

Adota-se um flip-chart, um quadro negro ou semelhante, de for-ma que todas as alternativas sejam conhecidas por todos os presentes. Cada alternativa recebe um número sequencial. Exemplos:

01 - Marcel;

02 - João;
03 - Carlos;
04 - Lídia;
05 - Sérgio;
06 - Bonilha;


Ou, no caso de outro tipo de escolha:

01 - baixa produtividade;

02 - pessoal mal treinado;
03 - não respeita cronograma;
04 - excesso de acidentes com pessoal;
05 - baixa qualidade do produto;
06 - excesso de refugo;
07 - desperdício;
08 - horas paradas”.


Passo 4: Explicitar as alternativas.

Para cada alternativa, deve-se “traduzir” o seu conteúdo, de forma que todos saibam corretamente o que quer dizer a alternativa expressa.

Passo 5: Papel para votação.

Cada participante recebe um pequeno papel (preferencialmente de formato e cor iguais), onde escreverá a sequencia de alternativas do seu agrado, em ordem decrescente de preferência. Geralmente são pedidas de 3 a 5 alternativas. O número de alternativas solicitadas deve ser entre 50 a 70% das opções. Nos exemplos dados acima, o primeiro, para escolha de gerente, contava com 6 alternativas e o segundo, referente a causa de problema na produção, conta com 8 alternativas. Seria adequado pedir, para o primeiro caso, 3 a 4 nome se, para o segundo caso, 4 a 5 causas.

Passo 6: Definição da Escala de Pontos.

Para cada alternativa são atribuídos pontos referentes à posição que ocupa na lista de cada um dos participantes. Uma indicação para primeiro lugar valerá X pontos, para segundo lugar Y pontos e assim sucessivamente. Mas, quantos pontos? A técnica recomenda que a última alternativa — a pior — receba 1 PONTO; a penúltima 2 PONTOS; a antepenúltima 3 PONTOS; a ante-antepenúltima 5 PONTOS, de forma que o número de pontos que uma alternativa recebe é sempre igual à soma das DUAS ALTERNATIVAS que imediatamente lhe seguem como pior colocadas.

Se tivermos 3 escolhas, teremos:

Terceiro lugar 1 ponto

Segundo lugar 2 pontos
Primeiro lugar 3 pontos


Se tivermos 4 escolhas, teremos:

Quarto lugar 1 ponto

Terceiro lugar 2 pontos
Segundo lugar 3 pontos
Primeiro lugar 5 pontos




Fonte: http://pt.scribd.com/doc/378358/Ferramentas-Administrativas-para-Identificar-Observar-e-Analisar-Problemas

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Pesquisa de Clientes - Exemplo Prático - Loja de Bicicleta

Posted by Matheus Cappella on 17:23 in , , ,





Muitas vezes esquecemos como é importante, para empresa, conhecer seu público alvo. Pesquisas básicas de satisfação de cliente podem mostrar resultados impressionantes. Tais resultados podem ajudar no planejamento e elaboração de metas para a empresa.

E virtude disso, o Café disponibiliza um exemplo prático de uma pesquisa básica com seus clientes. O resultado está comentado junto com o arquivo para Download.

Para fazer o download do arquivo completo da pesquisa, Clique aqui





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Classifique sua empresa quanto ao porte dela.

Posted by Vitor Melo de Castro on 17:23 in ,





     O café está disponibilizando uma tabela de classificação do porte das empresas, de acordo com o número de funcionários (comércio e serviços e industria) e também pela receita bruta anual.

 São dados do SEBRAE, que utiliza o critério por número de empregados do IBGE como critério de classificação. Essa classificação é feita para fins bancários, ações de tecnologia, exportação e outros.

Compare os dados da sua empresa com a tabelas abaixo e saiba qual classificação se enquadra sua empresa.


CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO PORTE DAS EMPRESAS


PORTE

NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS (comércio e serviço)

NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS
(indústria)



RECEITA BRUTA ANUAL

MICRO


Até 9

Até 19

Até 360.000,00

PEQUENA


de 10 até 49

De 20 até 99

Até 360.000,01 até 3.600.000,00

MÉDIA


de 50 à 99

de 100 à 499

----

GRANDE


Acima de 500

Acima de 500

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EMPREENDEDOR INDIVIDUAL


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Até R$ 60.000,00



fonte:http://www.sebrae-sc.com.br/leis/default.asp?vcdtexto=4154

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