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Plano de Ação 5W3H, Matriz Importância x Desempenho e Forças de Porter - Exemplo Prático "Loja de Bicicleta"






Mais uma vez o Café disponibiliza para seus assinantes um exemplo prático envolvendo 3 ferramentas da Engenharia. Tanto a Matriz Importância x Desempenho, quanto as Forças de Porter e o Plano de Ação 5W3H são usados na mesma situação para um determinado fim.

Vale a pena visualizar e aprender. 

Obs: o How Mensure usado na tabela funciona da mesma forma que o Show na postagem de 5W3H1S.

Para download do arquivo: clique aqui

Clique na tabela acima para ampliar

Qualquer dúvida mande um email para a gente.

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5 Forças de Porter - Exemplo Prático - Loja de Moto e Bicicleta - Parte 2





     Vide a explicação da postagem Parte 1 e a correlação com uma pequena empresa de bicicleta e moto. A análise em questão, abre margem para um estudo mais específico a respeito da diferença de potencial do comércio de moto e o de bicicleta.

     Portanto, Para sabermos o potencial de ambas as frentes da A Nova Bicicleta faremos uma divisão nas 5 forças de Porter estudadas acima.

Uma tabela será montada utilizando escala de influência de 1 até 5 para podermos comparar e tirar conclusões do exercício proposto.





     Através da análise das tabelas acima, vimos que o investimento em motocicleta é mais viável para um investimento maior. Já que sua pontuação ficou acima do comércio de bicicleta.


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5 Forças de Porter - Conceito

Posted by Matheus Cappella on 15:57 in , ,






Idealizada por Michael Porter em 1979 e amplamente utilizada no mundo todo, a metodologia ainda se mostra de grande valia na medida em que direciona as análises estratégicas no sentido de identificar o grau de atratividade ou de competição em determinado setor ou indústria, onde, quanto menores ou mais bem controladas/minimizadas forem as pressões exercidas pelas 5 forças, maiores serão as chances de determinada empresa obter vantagens competitivas mais duradouras e atingir patamares diferenciados de resultados.

Para cada uma das forças competitivas exercidas destacam-se critérios de análise que ajudam na condução de um aprofundamento acerca de cada uma delas. Vejamos:


  • Força Novos Entrantes: critérios relacionados a criação ou existência de barreiras de entrada (dificultadores) são de extrema importância tais como: economias de escala, produtos ou serviços diferenciados, know-how, custos de troca (switching costs), imagem, marca etc.
  • Força Poder de Barganha de Fornecedores: aqui os principais critérios são relacionados à concentração e nível de dependência para com os mesmos, implicando em riscos potenciais que podem gerar a falta de insumos, arbitragem de preços ou recursos produtivos ou ainda por variáveis como a baixa qualificação ou quantidade de competidores para seus atuais fornecedores, gerando escassez de opções.

  • Poder de Barganha dos Clientes: Critérios que impactam em riscos relacionados à concentração de altos volumes em poucos clientes ou switching costs (custos de troca) reduzidos na medida em que não há uma diferenciação clara e tangível em termos de proposta de valor, posicionamento, atributos diferenciais, serviços ou produtos.

  • Ameaça de Surgimento de Produtos Substitutos: se relaciona a critérios que podem colocar em risco toda uma operação ou mesmo a posição no setor de atuação, na medida em que estes substitutos podem passar a ter a preferência de seus clientes (principalmente se forem inovadores ou romperem os padrões da categoria vigente); em outras palavras, o que a empresa produz ou oferta atualmente deixa de ter valor percebido superior e toda uma estrutura estabelecida pode ficar obsoleta

  • Concorrência: mesmo tendo sua dinâmica específica para cada mercado (vide mercados regulados, monopólios, mercados online, mercados globais, mercados altamente informais, etc), alguns dos fatores essenciais referem-se ao crescimento da indústria ou setor em que se compete, gerando um contexto de aumento de competitividade mais ou menos acirrado pelo nível de demanda, competência de resposta à externalidades (leis, regulamentações, monitorias, etc), capacidade de atendimento a demandas/clientes, custos fixos elevados, diferenciação frente a concorrência, networking e sólidos relacionamentos estratégicos.



Fonte: http://www.domsp.com.br/midia/ultimos-artigos/5-forcas-de-porter-analise-swot...-quem-sou-onde

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5 Forças de Porter - Exemplo Prático - Loja de Moto e Bicicleta - Parte 1






Idealizada por Michael Porter em 1979, Destina-se à análise da competição entre empresas. Consideram cinco fatores, as "forças" competitivas, que devem ser estudadas para que se possa desenvolver uma estratégia empresarial eficiente. A metodologia ainda se mostra de grande valia na medida que identifica o grau de atratividade ou de competição em determinado setor ou indústria, onde, quanto menores ou mais bem controladas/minimizadas forem as pressões exercidas pelas 5 forças, maiores serão as chances de determinada empresa obter vantagens competitivas e atingir patamares diferenciados de resultados.

Porter refere-se a essas forças como microambiente, em contraste com o termo mais geral macroambiente. Utilizam dessas forças em uma empresa que afeta a sua capacidade para servir os seus clientes e obter lucros. Contudo, Essa análise foi concebida para ser utilizada, primeiramente, em empresas de grande porte. Portanto, ela vai ser adaptada para uma análise em uma pequena empresa como a “Loja de Moto e Bicicleta”.


Empresa objeto estudo de caso: “Loja de Moto e Bicicleta”

  • Novos Entrantes: Um dos pontos fracos de ter um comércio voltado para duas rodas. Tanto o ramo de bicicleta quanto o de moto são de fáceis entradas. O investimento inicial não é tão alto e, pelo menos no comércio de bicicletas, a especialização não é difícil. Logicamente, quanto mais sofisticadas são as peças usadas, maior vai ser a dificuldade de se ter novos concorrentes. Porém o local físico da "Loja de Moto e Bicicleta" não favorece o comércio de peças caras. Ou seja, é voltado para as classes “C”, “D” e “E”.

  • Poder de Barganha dos Fornecedores: Felizmente, fornecedores são inúmeros e todos detêm preços bons para o comércio. Salvo a Caloi e a Honda, que são marcas líderes em seus segmentos, na qual certa dependência é encontrada. Portanto, é necessário manter um relacionamento priorizado com essas duas marcas para que as entregas sejam rápidas, os preços competitivos e condições de pagamento priorizadas.

  • Poder de Barganha dos Clientes: O cliente tem uma boa força neste caso. São muitos concorrentes diretos, incluindo os grandes varejistas como casa e vídeo e casas Bahia, que oferecem ótimas condições de pagamento.

  • Ameaça de Surgimento de Produtos Substitutos: Não se vê algum produto substituindo a moto ou a bicicleta. Muito pelo contrário, cada vez mais as pessoas estão utilizando a moto e bicicleta para escaparem do trânsito e do preço alto dos carros e ônibus. O que não se aplica aos dias de chuva.

  • Concorrência: Concorrentes muito fortes e bastante numerosos. Clientes de moto têm a característica de irem para muitos lugares a procura de peças baratas, pela facilidade de se locomover de moto. E no setor de bicicleta, pela facilidade de ter novos entrantes no mercado e a pequena especialização fazem com que surjam inúmeras lojas de bicicleta, ou seja, muitos concorrentes.



    Fonte:http://www.domsp.com.br/midia/ultimos-artigos/5-forcas-de-porter-analise-swot...-quem-sou-onde



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