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Preparação e planejamento para o inventário

Posted by Vitor Melo de Castro on 16:46 in ,








     Um bom planejamento e preparação para o inventario é imprescindível para a obtenção de bons resultados. 


Deverão ser providenciados:


a) Folhas de convocação e serviço, definindo os convocados, datas horários e locais de trabalho.


b) Fornecimento de meios de registro de qualidade e quantidade adequada para uma correta contagem.


c) Reanalise da arrumação física.


d) Método da tomada do inventário e treinamento.


e) Atualização e análise dos registros.


f) Cut-off para documentação e movimentação de materiais a serem inventariados.



CONVOCAÇÃO


     Organização das equipes de 1º contagem (reconhecedores). Organização das equipes de 2º contagem (revisores). Com antecedêcia de três semanas distribuir a lista de convocação para cada funcionário, com esclarecimentos e motivação para o bom andamento dos trabalhos.


CARTÃO DE INVENTÁRIO


     Salvo poucas exceções, o meio de registro será um cartão com partes destacáveis para até três contagens, conforme a figura 1.1. Se necessário os cartões poderão ser impressos em cores distintas para identificar tipos de estoque a serem contados. Para as empresas que executam o controle de estoque por processamento de dados, os cartões poderão ser pré-impressos pelo computador. Os cartões serão preenchidos antes da fixação nos lotes a serem inventariados, nos espaços reservados aos três estágios: localização, descrição do material, código, unidade e data do inventário.


ARRUMAÇÃO FÍSICA


     As áreas e os itens a serem inventariados deverão ser arrumados da melhor forma possível, agrupando os produtos iguais, identificando todos os materiais com seus respectivos cartões, deixando os corredores livres e desimpedidos para facilitar a movimentação, isolando os produtos que não devam ser inventariados, se for o caso. Deverá também ser providenciado com antecedência todo o equipamento necessário para a tomada do inventário, como balanças aferidas, escadas, balança contadora, equipamentos de movimentação etc.




Fonte: www.ietec.com.br

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10 importantes ações para implantar em seu Almoxarifado

Posted by Vitor Melo de Castro on 14:20 in ,







 



1) Programa 5S. A limpeza e organização do Almoxarifado é fundamental. Sem isso será praticamente impossível contar com um nível de serviço adequado, além de comprometer a produtividade operacional e a qualidade das informações.

2) Cadastro de Materiais. O saneamento e a organização do cadastro de materiais é outro ponto crucial para uma melhor gestão do Almoxarifado, não apenas pelo aspecto físico, mas também administrativo, facilitando a solicitação por parte dos usuários e a aquisição pelos compradores.

3) Padrão Descritivo dos Materiais (PDM)
. Paralelo ao saneamento e organização do cadastro de materiais, desenvolva e implante um Padrão Descritivo Técnico. Ele serve para a identificação e classificação inequívoca, isto é, precisa, unificada e uniformizada, dos materiais sob o domínio do Almoxarifado.


4) Parâmetros de Compras e Estocagem.Revise, a princípio para os principais itens, os parâmetros básicos para compras e gestão de estoques. Verifique, por exemplo, o estoque mínimo e máximo, lotes econômicos de compras, múltiplos de transportes, Fornecedores homologados, etc.

5) Materiais Obsoletos. Identifique materiais sem movimentação há mais de 2 ou 3 anos e elabore uma lista. Avalie um a um, em termos de aplicabilidade à operação atual e elimine os materiais obsoletos. Além de facilitar o controle dos estoques, isso permitirá a abertura de novos espaços para o acondicionamento de materiais.

6) Processos de Recebimento, Conferência e Endereçamento.
Reavalie seus processos de recebimento, conferência e endereçamento dos materiais. Faça-o sob a ótica de valor agregado. Comece mapeando os processos atuais; identifique as lacunas e redundâncias existentes, e em seguida, com a participação da equipe, promova a discussão das melhorias possíveis.


7) Inventário Rotativo. Implante um programa de inventário cíclico ou rotativo; não dependa exclusivamente do inventário geral. Conte os itens conforme a curva ABC (ou outro critério), identifique as diferenças, investigue as causas e desenvolva respostas rápidas para a melhoria contínua. Em menos de 6 meses você enxergará melhorias de até 5% nos seus indicadores de acuracidade.

8) Capacitação da Equipe. Quando você treinou a sua equipe de almoxarifado pela última vez? Quanto você tem investido na reciclagem e capacitação da sua equipe? Permita que seu pessoal participe de cursos abertos, motivando a interação com outras pessoas e empresas. Essa troca de ideias "oxigena" a mente, e serve de combustível para a melhoria contínua.

9) Indicadores de Desempenho. Tenha indicadores de desempenho em seu Almoxarifado. Meça nível de serviço, produtividade e custos. Defina metas e monitore os resultados obtidos. Aplique as ferramentas da qualidade total para a melhoria contínua na operação.

10) Sistema WMS. Ter um sistema WMS - Warehouse Management System deixou de ser um luxo e agora é uma necessidade. Através da informatização, diversos benefícios qualitativos e quantitativos poderão ser obtidos. Não pense apenas no investimento, mas reflita também sobre os ganhos possíveis.

      Invista tempo e dinheiro nas ações anteriormente citadas. Se nada for feito no curto e médio prazo, o seu Almoxarifado passará a ser um importante “gargalo” operacional na sua empresa, podendo comprometer o funcionamento de todas as demais funções primárias da organização.

      Reavalie a postura da sua empresa, considere o Almoxarifado em seu Plano Diretor e evite que uma importante área dela possa afetar a competitividade do seu negócio! Bom trabalho!




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5 indicadores para gestão do estoque de seu pequeno negócio

Posted by Vitor Melo de Castro on 15:31 in ,






     Muitos pensam que boa parte da energia de gestão de uma loja está nas vendas e acabam se esquecendo de algo fundamental que é a administração do estoque. Mas de que forma analisar o estoque e saber ajustar os pedidos e ao mesmo tempo melhorar o faturamento sem impactar no fluxo de caixa?
 


   Não existe uma formula mágica, mas o acompanhamento de alguns indicadores é fundamental para tomadas de decisão. Tenho usado principalmente os seguintes indicadores:

Pedidos - Mantenha a carteira atualizada de pedidos – O produto certo na hora certa. Ninguém quer “pão velho”!

Pedidos Cancelados – Produtos podem ter problemas de produção e deixarem de ser produzidos. Eles podem impactar no resultado de sua loja.

Status de Entrega – Muitas vezes você está longe de seu fornecedor e você depende da ação de uma transportadora. Fazer follow-up das atividades desta transportadora é fundamental.

Estoque - Números de modelos que está trabalhando, quantos SKU têm em estoque e volume de produtos.

Vendas - Vendas por modelos, relação de peças por atendimento e relação de venda por categoria.

Ao utilizar estes dados pode ser feita uma análise que avalie:

Estoque Médio
Cobertura do Estoque
Ponto de Pedido
Necessidade de produto (negativa ou positiva)

     Ao analisar continuamente estes números você mesmo irá identificar lacunas e oportunidades para alavancar suas vendas. Estas informações na mão e um ouvido apurado para identificar as demandas dos clientes podem transformar seu negócio.


Fonte:http://exame.abril.com.br

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O que é UNSPSC ?

Posted by Vitor Melo de Castro on 12:47 in





    UNSPSC é uma convenção hierárquica, definida e adotada pelas Nações Unidas - de âmbito e aplicação mundial, usada para classificar todos os tipos de produtos (incluindo materiais) e serviços.
    É o sistema de classificação mais eficiente, preciso e flexível disponível hoje para atingir uma larga visibilidade das organizações nas análises de gastos, capacitando a obtenção para viabilizar as demandas de custo-efetividade e permitindo a completa exploração das capacidades do comércio eletrônico.

UNSPSC

O UNSPSC foi desenvolvido conjuntamente pelo Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (UNDP) e pela Dan & Bradstreet Corporation (D & B) em 1998.

Quais são os benefícios?

    Os clientes de hoje - internos e externos – demandam um cumprimento de ações mais rápidas a um custo mais baixo; o aumento de negócio na área de E-Business. A necessidade de se aproximar de uma obtenção (compra ou venda) mais estratégica nunca foi tão grande. Tudo isto combinado para fazer uma classificação rápida, simples e precisa de bens e serviços de modo imperativo no mercado.

Assim, se houvesse uma única convenção de codificação de onde todas as organizações pudessem obter os recursos, todos conjuntamente falariam o mesmo idioma com o objetivo de acelerar e racionalizar os processos que você gostaria de ter. Certo?
Sim! Existe um! É chamado UNSPSC.


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Nível de Serviço no Gerenciamento do Estoque

Posted by Vitor Melo de Castro on 16:22 in



         O gerenciamento de estoque tem como objetivo principal garantir que o produto esteja disponível no momento e nas quantidade requisitadas. Uma maior disponibilidade do produto requer maiores custos de estoque, graças às incertezas existentes no ciclo do pedido e na demanda.

         Os custos com o Nível de Serviço não podem resultar em prejuízo para a organização. Deve-se encontrar um equilíbrio saudável, entre ambos. Existem preocupações na relação custo x nível de serviço a serem adotadas pelo gestor. As principais são:
  • As necessidades de serviço dos clientes devem ser satisfeitas dentro de limites negociáveis de custo, na visão do atual enfoque integrado da administração logística (custo benefício do serviço x lucro gerado);
  • Quando o nível de serviço já se encontrar em patamares elevados, suas melhorias são mais caras e devem ser analisadas, quanto a serem ou não implementadas

Trade-off Custo x Nível de Serviço

     O principal dilema enfrentado no dia a dia das empresas, no que tange a administração de estoque, refere-se a possibilidade de reduzir custos sem afetar os níveis de serviços praticados. Nesse sentido, o gestor precisa balancear o estoque de modo a ponderar esses agentes mediante os fatores externos como natureza do negócio, grau de exigência dos clientes e complexidade da cadeia de suprimentos.

    Ballou complementa a ideia propondo a existência de um nível de serviço ótimo que maximiza a função do lucro constituído pela receita menos o custo logístico da operação, como pode ser visto no gráfico abaixo.






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Lote Econômico de Compras (L.E.C)

Posted by Vitor Melo de Castro on 15:33 in





     Nos modelos de Lote Econômico uma ordem é disparada sempre que o nível de estoque chega ao Ponto de Ressuprimento(PP). É necessário acompanhar continuamente as quantidades em estoque e, portanto, este modelo exige mais recursos e esforços para sua gestão. Por isso são mais indicados para aqueles itens mais caros, importantes, ou com alto custo de falta 
Apesar de amplamente utilizado, críticas ao modelo do LEC dizem respeito aos pressupostos incluídos, aos custos reais de estoques e ao uso do modelo como instrumento prescritivo: 
  • Quanto aos pressupostos assumidos no modelo, para mantê-lo relativamente simples, assume-se que as variáveis são fixas, facilmente identificáveis e mensuráveis; 
  • Quanto ao custo do pedido ou da preparação, quanto maior for este, maior a tendência de se comprar maiores lotes em menor frequência; 
  • Quanto aos custos de manutenção dos estoques, à medida que eles aumentam, maior é a tendência em comprar mais vezes, em quantidades menores.




     É importante ressaltar que se deve, portanto, evitar o uso do LEC como uma prescrição. Os gestores não devem agir de forma reativa, e sim buscar mudanças em seus processos que diminuam os níveis de estoques necessários. O LEC não pode ser visto como uma verdade absoluta. É importante buscar reduzir e revisar os custos envolvidos e as premissas abordadas.

     Na determinação do tamanho do lote econômico de compras normalmente é utilizado o calculo de minimização de custo total (custo de estocagem + Custo de Processamento).









Fonte: (CORRÊA; DIAS, 1998)

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Supply Chain Management (SCM)

Posted by Matheus Cappella on 12:27 in ,






O Supply Chain Management (SCM) é a gestão da cadeia de fornecimento. Segundo alguns estudiosos, a competição no mercado global não ocorre entre empresas, mas entre cadeias de fornecimento. A gestão da logística e do fluxo de informações em toda a cadeia permite aos executivos avaliar, pontos fortes, e pontos fracos na sua cadeia de fornecimento, auxiliando a tomada de decisões que resultam na redução de custos, aumento da qualidade, entre outros, aumentando a competitividade do produto e/ou criando valor agregado e diferenciais em relação à concorrência.

A gestão da cadeia logística é a integração dos processos do negócio do consumidor através dos fornecedores de produtos, serviços e informação, com o objetivo de acrescentar valor para o cliente. Os resultados que se esperam da utilização de sistemas que automatizem a Cadeia de Suprimento são:

-Reduzir custos; 

-Aumentar a eficiência;
-Ampliar os lucros;
-Melhorar os tempos de ciclos da cadeia de fornecimento;
-Melhorar o desempenho nos relacionamentos com clientes e fornecedores;
-Desenvolver serviços de valor acrescentado que dão a uma empresa uma vantagem competitiva;
-Obter o produto certo, no lugar certo, na quantidade certa e com o menor custo;
-Manter o menor estoque possível. 

Esses resultados são obtidos à medida que a gestão da cadeia de fornecimento simplificar e acelerar as operações que estão relacionadas com a forma como os pedidos do cliente são processados pelo sistema, até serem atendidos, e também, com a forma das matérias-primas serem adquiridas, e entregues, pelos processos de fabricação e distribuição.

É fundamental que as empresas se preocupem com a integração desses conjuntos de soluções de gestão, automatizadas através da tecnologia de informação, pois só assim será possível obter maior vantagem estratégica e competitiva.



Fonte: http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20080610203002AATTil7

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Tipos de Processo de Manufatura

Posted by Vitor Melo de Castro on 12:37 in ,



   

     Cada tipo de processo em manufatura ou serviços implica em uma forma diferente de organizar as atividades das operações com diferentes características de VOLUME, VARIEDADE(CUSTOMIZAÇÃO), VARIAÇÃO DE DEMANDA  e CONTATO COM O CONSUMIDOR.

Tipos de processo em manufatura:

Projetos

              



 É um tipo de processo que os produtos são bastante customizados, baixo volume e alta variedade, normalmente leva um período de tempo longo para ser feito.









JOBBING




Caracteriza por uma variedade muito alta e baixos volumes, baixo grau de repetição e a maior parte dos trabalhos provavelmente será única.








LOTES OU BATELADAS





Cada vez que um processo de lote produz um produto, é produzido mais de um produto.








MASSA





As atividades nas operações em massa são repetitivas e previsíveis, são produzidos bens em altos volumes e variedade relativamente estreita.








CONTÍNUO


Um processo contínuo é visto como um método usado em indústrias e fábricas a fim de garantir maior quantidade fabricada de um determinado produto durante o menor espaço de tempo possível. Um processo contínuo é coerente, constante e ininterrupto, em contraste com o processamento em lote.Geralmente usa o processo contínuo de fabricação de produtos químicos, bem como no processo de refinação de petróleo bruto. Tem como característica volume alto e baixa customização.




 Gráfico Volume X Customização 




CARACTERÍSTICA DOS TIPOS DE  PROCESSOS 



As características do processo influenciam diretamente o seu tipo de arranjo físico, veja no gráfico a seguir.





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